A Nelson Mandela Foundation e a Edelman nos convidaram para criar um filme que homenageasse os troublemakers: os dissidentes, os sonhadores, os que empurram contra a corrente.
Não era um projeto sobre Mandela. Era um projeto sobre o que Mandela representa: a recusa obstinada de aceitar que as coisas são como são.
FIG. 01 — KEY FRAMEO desafio era encontrar uma linguagem visual que carregasse esse peso sem cair no monumental vazio. A peça mistura textura de arquivo com motion design original, construindo um vocabulário visual que é, ao mesmo tempo, grandioso e íntimo.
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FIG. 03O processo começou na pesquisa, vasculhando décadas de imagens e depoimentos para encontrar o fio condutor visual. Desenvolvemos um sistema tipográfico, uma paleta cromática contida e um conjunto de princípios de motion que atravessaram cada ponto de contato, do filme principal aos cortes para social.
A restrição de cor foi uma decisão narrativa: num projeto sobre luta, o silêncio visual fala mais alto que a saturação.
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