Algumas pessoas são lembradas em estátuas. Outras, nos sistemas que se recusaram a aceitar. Ode to Troublemakers parte do nome de nascimento de Madiba, Rolihlahla, que significa literalmente troublemaker, para celebrar a coragem de agir, provocar e transformar. Da geração de Madiba aos changemakers de hoje, jovens e antigos, o filme aproxima passado e presente para lembrar que o progresso sempre pertenceu a quem se recusou a permanecer em silêncio e escolheu justiça em vez de conforto.
A partir do próprio arquivo histórico de Madiba, a linguagem visual transformou memória em movimento e legado em ação viva. Design, edição e animação construíram a base visual do filme, enquanto uma série de pôsteres expandiu sua identidade por meio de experimentações gráficas feitas à mão. Escanografia, tipografia e serigrafia foram usadas de forma intuitiva, em um processo guiado pelo gesto, pela matéria e pela descoberta. Mais do que o resultado final, o projeto carrega o valor do processo, de sair do computador, deixar as coisas fluírem e colocar a mão na massa.










